Fotógrafos, agências e estúdios do ramo de casamentos. Uni-vos! CQN
Bom, para quem não sabe, meu nome é Robson Martins, Analista/Programador de Sistemas a mais de 10 anos.
Nessa atividade que retiro meu “ganha pão”, mas tenho a fotografia como uma paixão, que aprendi a gostar através de minha mulher, Kátia Martins, fotógrafa de casamento também a mais de 10 anos.
Paralelamente com minha atividade principal, que é programar computadores, tenho também algumas certificações em pós-produção. Sempre li muito sobre Photoshop e agora muito mais sobre Lightroom, desde sua primeira versão, “tai” o motivo da existência do Lightroom Brasil.
Bom, onde quero chegar com tudo isto? Você vai entender durante o decorrer deste texto, para efetivamente abri-lo, vou chamá-lo de CQN, ou seja, Campanha de Qualificação de Noivos. – Hã? Isto mesmo, vamos lá…
De uns poucos anos para cá, temos acompanhado a “evolução” do mercado de casamentos, mais precisamente da qualificação dos fotógrafos de casamentos. Realmente vemos por aí já grandes nomes, empresas realmente sérias e de qualidade, que se preocupam em ter bons equipamentos, ter um workflow da pós-produção sério e competente, olhares mais apurados, enfim, qualificados.
Mas aí vem a indagação – E o consumidor, ou seja, os noivos estão qualificados a “entender” o que você esta vendendo? Será que para eles, e quando digo “eles”, digo a grande maioria, estão preparados ou querem realmente tudo isto que estamos oferecendo?
Pois tenho conversado muito com minha mulher, que como mencionei acima, está a mais de 10 anos no mercado, mantendo uma boa estrutura, com um estúdio, sala de atendimento, funcionários e administrando os negócios com dedicação e seriedade. Prova disso é que até hoje nunca ouve se quer uma reclamação no PROCON e seus clientes são 80% indicação, enfim…
Ela tem uma rotina de atendimento a clientes pesada e o que mais ela observa são perguntas do tipo:
Esse álbum é Jornalístico? Quero o meu no estilo foto jornalismo!
Aí chega na hora de escolher as fotos, só querem as fotos posadas e mais tradicionais possíveis, e muitas vezes reclamam se você tirou uma foto de perfil, ou conversando descontraidamente, ou se o rostinho bonitinho dela não apareceu todo numa determinada composição da imagem…
Como uma pessoa pode querer fotos jornalísticas se nem sabe o que é isto? E espantem-se aqueles que nunca passaram por isso, muitos clientes pensam que todo álbum diagramado é jornalístico!
E a diagramação, sem comentários…. Você deixa um espaço ocupando uma página inteira, por exemplo, e na lateral uma linda foto e os noivos dizem: – Nossa, acho que você se esqueceu de preencher esta página!
Têm outros que não querem um fotolivro de casamento, querem um fotogibi de casamento! Alá Marvel!
Teve um caso que a noiva pediu para colocar o noivo em uma “linda” montagem em pé em sua mão? Em miniatura, tipo “Gulliver”
Pra que isto? No final o noivo acaba mesmo na mão da noiva!
Outra… Seu preço está muito caro, vi na empresa X por bem menos do valor do seu, e o álbum é igualzinho a este aí…
Não, não é igual! Não vi, mas sei que não pode ser igual: Como um fotógrafo/a pode vender um álbum + 1 fotógrafo + filmagem HD + 2252 fotos entregues em um CD em alta resolução + painel + brindes, tudo isto por: 600,00 divididos ainda em 6x de 100,00! (mais ou menos isso! rsrsr)
Como ele consegue? Não, uma pessoa preparada que estudou e se preocupa com qualidade de seu trabalho, realmente não consegue chegar a este valor!
Este caso é absurdo sim, mas tem empresas de baixo nível de qualidade final fotográfica, mas são sérias em relação a entrega do material, sem calotes nem nada, que oferecem para seus “noivos/clientes” um serviço de baixa qualidade. Mas baixa qualidade em relação a o que? Para os noivos está bom, gastaram um fortuna no vestido, na taxa da igreja, no buffet e a foto e vídeo ou só foto sobraram R$ 1.000. Então está ótimo!
Eles são exigentes sim, mas com aquilo que lêem nestes sites de noivos, cheios por aqui. Que diz, veja o estilo do seu fotógrafo, contrate um trabalho moderno, com fotos jornalísticas, converse com o fotografo que vai fazer seu casamento, faça 19 reuniões antes do evento, bla.. bla.. bla…
Então, os noivos imprimem essa “receita de bolo” e vão à caça… Aí começam as perguntas que nem sabem do porque, e dos preços que devem julgar justo de pagar, afinal, fotografar é só apertar um botão não é mesmo? Fácil… Foto digital? Nossa, já sai pronta é só imprimir… Números de cliques, é ilimitado, afinal não precisamos dos filmes de 36 poses… Com a digital você pode clicar a vontade, a câmera nunca vai acabar e não existe custo por cliques!
Eu sei, que devemos convencer nossos clientes, mostrar o diferencial, enfim aí fica fácil. Não, não fica, pois gastamos mais tempo no atendimento, argumentos e mesmo assim eles têm R$1.000 para gastar com foto e vídeo, é o que sobrou! Mas enfim, convencemos! Fechou, pelo preço justo que pedimos. Ótimo! Mais isto só equivale a 5% de TODOS os atendimentos, com exceção das indicações, isto sim é venda quase certa. Ou seja… Teríamos que aumentar mais o preço, só pela quantidade de horas que se gasta tentando convencer os noivos que o primo dele não irá fazer, talvez, fotos profissionais com as que estamos oferecendo!
Bom ter livros de casamentos para fotógrafos? SIM. É bom participar de WS para fotógrafos? SIM
Mas só isto não dá. Estamos por acabar a se preparar para mostrar nosso potencial para outro colega de profissão, este sim é qualificado e vai ver seu trabalho com outros olhos. Mas ele vai casar? Não adianta, não quero ser bom para o meu amigo de profissão.
Se falam muito nestes eventos para fotógrafos de casamento que o mercado esta mil maravilhas, mas não esta.
O estúdio da minha mulher vai bem, obrigado. Mas poderia estar melhor, melhor para todos, tanto para fotógrafos sérios, como também para estúdios…. Deste jeito, vamos ser sempre uma pequena empresa.
Não temos mais como crescer, queremos mais.. muito mais… Não é só em relação a dinheiro não, é satisfação profissional também, de saber que seu trabalho é valorizado como deveria. Afinal, vivemos 158 Workshops, lemos 1569 livros de pós-produção, mas 217 livros para fotógrafos de casamentos e meu cliente, leu o que? Provavelmente um destes sites de noivos que só pensam na publicidade e não se preocupam em orientar corretamente seus leitores.
Não basta dizermos, como escutamos muito por aí… Valorizem –se! Pra quem? “Os Noivos só querem o registro do casamento” Acho que para muitos deles, até foto de celular já dá um bom álbum!
Então, fotografos, precisam sim reciclarem sempre que possível, mais não a todo o custo. Vamos com calma! “TEMOS QUE QUALIFICAR OS NOIVOS/CLIENTES TAMBÉM” eles iram nos agradecer no futuro. Daí o CQN.
Sugestões de Workshop e títulos para livros aos Noivos.
1. Wedding Brasil Consumer
2. Fotos e Vídeos para consumidores de casamentos
3. Noivos, aprendam a melhorar seu olhar
4. A importância do registro de qualidade do seu casamento
5. Fotografias de casamento, um registro de família.
6. Tenha boas fotos para poder mostrar aos seus netos.
7. O que adianta gastar uma fortuna no vestido para usar uma vez e não ter boas fotos dele?
8. Buffet, vc gasta, sempre tem quem reclame e essa provavelmente será a única recordação que terá. Pense nas suas fotos!
Você fotógrafo de casamento, identifica um pouco com a questão? Deixei também sua opinião, relate seu dia a dia, faça parte também da CQN!
Ah, antes que eu me esqueça, não queremos noivas fotógrafas apenas um pouco mais qualificadas na questão!








parabéns pelo artigo, cada vez mais somos exigidos com qualidade e investimos em equipamentos, mas esta dificil conseguir equilibrar o investimento com o preço cobrado.
Parabens
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Parabéns pelo post!
Vejo isso acontecer todos os dias aqui no Studio e no Studio de amigos.
Nos preparamos estudamos lemos blog, livros feito lokos (se eu ficar um dia sem procurar alguma coisa nova na net me sinto desatualizado!) e a noivinha olha para você depois de ter pago uma fortuna e meia para alugar o vestido e diz que o preço está salgado!
Dai eu com toda paciência do mundo vou justificar o valor, na maioria da vezes elas compreende, mas sempre tem aquela que sai e fecha com o fotografo mágico que faz tudo por 600 pila, nos meu calculos sair de casa por menos de 1000 reais é prejuízo na certa.
Abraços
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Muito bom o artigo, Robson!
A questão é: como colocar em prática a “CQN”? Quem realmente se interessaria nesta “campanha”? Ao meu ver, apenas os bons fotógrafos pois, para os demais, está ótimo ganhar os R$600,00 em 6 parcelas! Sempre haverá cliente para todos os tipos de serviços oferecidos por aí! Infelizmente!
Em tempo, gostaria de enviar uma dica em relação ao seu texto. Para qual e-mail posso enviar?
Abraços,
Lorena Nicácio
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Como colocar em prática….
Na verdade todos os sérios fotógrafos já colocam em prática a CQN, cada vez que atendem um cliente e tenta convencê-los que seu trabalho tem valor.
Precisamos sempre que possível, publicarmos artigos em nossos blogs em relação a este assunto, dando dicas aos noivos, anunciar somente em sites de casamentos que não apenas de “receitinhas de bolo” de como contratar um fotografo..
Acho que com estas pequenas atitudes vamos efetivamente “qualificar” nossos clientes, acho que a evolução começa assim… A primeira já está bem encaminhada, que é a qualificação dos fotógrafos brasileiros, tem muita gente e estúdios bons por aqui, quando digo gente boa, não é somente os fotógrafos que estão na mídia não, é aquele cara lá do interior da Bahia, aquela fotógrafa de Minas Gerais é aquele estúdio de São Paulo, Rio de Janeiro,Pernambuco enfim… estão pelo Brasil todo e não somente nos grandes centros!
Ah, meio e-mail é robson.martins@lightroom.com.br
E muito obrigado a todos vocês pelos comentários!!
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Muito bom seu artigo. Também venho da área de tecnologia, criação, design e fotografia não é diferente, o mesmo acontece em todas as áreas, você sabe bem um sistema, um site etc.
Vou acompanhar o CQN =)
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Exelente artigo mesmo!
É muito difícil convencer o cliente do seu trabalho, ele na maioria das vezes não querem saber dos equipamentos, dos cursos que você fez, muitos descartam o nosso trabalho pelo valor$$$.
Sim, ouve-se muito que o mercado está uma maravilha, mas não é verdade, é bem difícil trazer o cliente para o escritório, e mais difícil fechar o contrato!
….
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Verdade!
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Nossa! hahaha.. absolutamente tudo o que foi escrito aqui acontece comigo todos os dias! E tem aqueles que falam: “adoro fotos expontaneas” , e quando vamos fotografar o casamento, toda vez que vêem a câmera, param e fazem poses! hahaha… q expontaniedade! Excelente post!
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Parabéns pelo texto! Se todos (alguns fotógrafos e a maioria dos clientes) pensassem assim, se tivessem esta noção, com certeza nos desgastaríamos menos e nosso trabalho seria mais valorizado, reconhecido.
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Só tenho uma coisa a dizer… “PARABÉNS”.
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Bom dia!
Normalmente eu não iria ler um artigo tão longo quanto este mas os quatro primeiros parágrafos me fizeram ir adiante, sem para e me identificando com as questões apresentadas; vou mostrar porque.
Minha formação é Matemática, aos 22 anos ingressei na minha primeira aventura empresarial e de lá para cá não parei mais. Ainda no período de 2º grau – atual nível médio – tive meus primeiros contatos com foto/filmagem. Quando dava fotografava, quando era convidado segurava luz para meu amigo “filmador”. Isso mesmo Filmador pois nessa época não esse papo de cinegrafista.
Era tudo complicado e como disse você o tal filme de 36 poses era um limitador grave.
Ai embarquei para área de RH e me tornei Educador Experiencial. Já viajei por muitos cantos do Brasil e sempre ficava de olho puxado para os fotógrafos que cobriam as grandes convenções de vendas e reuniões anuais de Planejamento Estratégico. Até que um dia um amigo Cinegrafista fez a seguinte pergunta: Por que você não volta para fotografia? Agora começa a identificação com o texto do amigo Robson.
1º Passo – Moro em Nova Friburgo, cidade da região serrana do RJ; pouco mais de 170mil habitantes. Ação: fazer contato com os principais fotógrafos e buscar informações sobre o mercado. Tempo: 3 meses;
2º Passo – Estudar, analisar e definir compra de equipamento. Ação: 18 revistas lidas, 243 sites visitados e muita consulta aos fotógrafos que se tornaram amigos. Tempo: 4 meses;
3º Passo – Levantamento de recursos financeiros para aquisição do equipamento mínimo necessário mas com qualidade para apresentar aos futuros clientes um mínimo de qualidade nas fotos. Tempo 2 meses;
4º Passo – Definição e decoração de uma sala para atendimento aos clientes. Um lugar agradável, de fácil acesso e uma boa relação custo x beneficio. Tempo de idas e vindas pela cidade e muito lugar chumbrega visitado: 3 meses;
5º Passo – Estudo, estudo, estudo, estudo e mais estudo. E quando estava cansado de estudar….estudava mais um pouco. Afinal tenho que praticar aquilo que prego em meus eventos de treinamento no tocante a atendimento ao cliente.
Ai veio logo de cara um direto de direita no queixo: um casal de noivos nos procura, apresentamos nossos produtos. Eu todo empolgado, afinal estava preparado para oferecer o melhor. Então ouvi exatamente a seguinte frase : Seu preço está muito caro, vi na empresa X por bem menos do valor do seu, e o álbum é igualzinho a este aí…
Tinha ou não tinha que me identificar com o texto do amigo Robson???????
A vontade era de jogar o casal pela janela do terceiro andar de nossa sala.
E todo o estudo, todo o trabalho, toda dedicação, toda atenção e preparo para esse momento, e todas idas e vindas ao Rio, São Paulo, e todos os e-mails trocados com outros profissionais em busca de conhecimento, e todo profissionalismo??? O cara da sala ao lado “faz o mesmo por um precinho maravilhoso”.
Diante desse meu relato e na esperança de que não foi em vão quero me solidarizar com o amigo Robson, que por sinal faz um trabalho digno de louvor a frente do Lightroom Brasil, e dizer-lhe que estou a disposição para ingressar no desenvolvimento do CQN. De alguma forma. Assim com existe os cursos de noivos das igrejas, o curso para padrinho, curso para pais, o CQN é uma proposta que acima de tudo tem como fim qualificar ainda mais o mercado de casamentos, pois desta forma clientes bem informados não vão procurar o profissional que cobra 600,00 por um serviço que em qualquer empresa séria terá o seu valor justo e apreciado pelos clientes.
Amigo Robson e esposa que a paz de Deus esteja com vocês (e que a força também).
Um forte abraço,
Stylus Prouções | Max Santos | Fotógrafo
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Robson, essa é uma luta inglória. É uma questão de cultura, educação, sensibilidade… Um dia, talvez a gente chegue lá, mas esse dia está longe.
O jeito é fazer como um amigo meu, dono de uma pequena agência de propaganda, que pretende adotar o seguinte slogan: “Nós faz bosta porque o cliente gosta”.
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Robson;
Até que fim apareceu alguém para pôr o dedo na ferida de todos os fotógrafos desse Brasil de meu Deus. Essa classe, pelo que já vi, é muito desunida e precisamos urgentemente nos unir para reverter essa situação que como você mesmo descreve os noivos não tem parâmetros para saber o que presta do que é realmente de qualidade. E cabe a nós dizermos a eles em que se basear para tomar as decisões de que contratar.
Eu estou começando como fotografo e meu estilo é o fotojornalismo, mas já convivo nesse meio a muito tempo, e o cliente não tem noção nenhuma do que seja isso. Eu já gastei uma verdadeira grana para comprar equipamentos de Top para escutar o “cliente”, quero dizer “possível cliente”, que “não sei quem” faz pela metade do preço e ainda divide em trocentas vezes. Mas, esse “possível cliente” não sabe que suas ferramentas de trabalho são completamente diferentes da do Sr “não sei quem”. Ele irá com uma Sony DSC-H7 e vai cobrar R$700,00 para fazer um casamento+álbum+CD com fotos em alta resolução.
Mediante esse alegação dos noivos eu não tenho muito o que dizer, depois de explicar exaustivamente sobre as diferenças, a não ser uma coisa – “Vocês gastaram uma verdadeira fortuna para realizar essa festa e agora querem economizar na única coisa que vai guardar todo isso”.
Concluo que se, como falei anteriormente, não nos unirmos estamos fadados a estaguinação, ainda mais para quem está começando, como eu. Parabéns por essa iniciativa e conte comigo nessa empreitada.
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Olá td bem…achei belíssimo os comentários de todos e do Robson..Creio que fotografia de casamento é muito mais que td isto que foi falado..mas como mostrar para leigos como enxergar esta situação?? Desde pequenos somos treinados para escrever,ler,obedecer etc..mas não fomos educados para o sentir,para expressar toda nossa emoção em relação a uma fotografia,me perdoem os fotógrafos ruins,mas não faço parte desta gente miúda e sem carater,quem se diz fotografar casamento tem que ao menos ter o espírito livre e sem preconceitos…o caminho será com certeza educar os noivos formando grandes WS,ensiná-los que o valor de um trabalho de fotografia de casamento é o menor investimento,se dividirmos o valor de um album de fotos pela quantia de anos que ele se perpetuará isso resulta em centavos por dia…
Nós, otimos fotógrafos devemos criar um grupo forte e mostrar que apertadores de botão devem ser excluídos do mercado de casamento..da pra falar o dia todo,então fica meu apelo para que se crie uma equipe de fotógrafos e junto com as empresas serias de casamento,buscar informar os clientes (noivos) como a fotografia de casamento deve ser compreendida;MEMÓRIA,DOCUMENTO HISTÓRICO…..
Campanha contra os apertadores de botão:
VOÇÊ CONTRATARIA UM FOTÓGRAFO PARA REGISTRAR O CASAMENTO DE SUA FILHA POR UM CUSTO DE R$ 600,00 REIAS???????????? Pesquisas indicam que a menina desde seus cinco anos se prepara emocional,mesmo inconsciente,traz consigo algo mágico que é a união e a magia do encontro adas almas…Boa sorte para os pais que contratam este tipo de trabalho…
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Otimo post…muito bom mesmo….já neguei fotografar casamento por isso…o fulano faz por tanto e divide, o ciclano faz mais barato , por isso as vezes as pessoas podem te achar arrogante, mas seria mais ou menos assim: bata o pé, mostre as vantagens, etc… acontece isso comigo com os books…nao somente com casamentos…ja estou aderindo ao movimento CQN…o que precisar de mim, só clicar…ops…gritar…rsrsrs…
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Carissimo Robsom,
Fiquei encantado com o seu post, sou brasileiro e Vivo em Portugal a 8 anos, onde tenho um estudio fotografico.
Em 1º lugar queria pedir autorização para divulgar o seu texto no nosso BLOG, pois essa questão ancaixa-se na perfeição também por esses lados, e não a muito tempo, pensava: Trabalhamos e evoluimos para nosos colegas de profissão, as pessoas aqui não são exigentes, quero e gosto de fotografar pessoas que valorizem tudo que fasso e que adquiro,…. Hora, afinal o mal não mora só por estes lados…
Más bem…Parabens por abordar esse tema muito importante…
Um forte abraço
Sérgio Murillo
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Olá Sérgio,
Muito obrigado pelo comentário.
Fique a vontade para publicar o texto, alias, todos que quiserem usá-lo de alguma forma, fiquem a vontade.
A idéia da CQN é disseminar este assunto que curiosamente nunca vi ninguém abordando, é uma realidade no Brasil e pelo que você relatou, surpreendentemente em Portugal também e sabe-se lá mais onde.
Um grande abraço!
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Verdade a mais pura verdade tudo o que relatou. A cada dia ficamos mais preparados e o que pedem no final é…um descontinho bom…da fazer!
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Amigo, parabéns pelo post!!! Sou do interior de Minas Gerais, vejo isso acontecendo o tempo todo principalmente porque moro numa cidade onde o poder aquisitivo é baixo e está repleto de profissionais que trabalham a preço de banana, preferem ter um carro 0km do que um equipamento de qualidade, vou colocar um link especial do seu post no meu blog.
um abraço
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@Robson Martins
E no Japão também! =(
Vou publicar no site do meu marido com os devidos créditos!
um abraço
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Outra questão que coloco aqui na minha cidade em relação a fotografia de casamentos é a do freelancer aquele que é chamado pra fazer o fotojornalismo a parte, eu sou um deles, e com relação a tudo que li, acredito que fora esquecido essa questão, pois afinal eu por exemplo sou super atencioso com meus compromissos procurando fazer melhor que o meu contratante, mais o preço não condiz, outra coisa é com relação ao crédito na hora de publicar a foto aqui novamente não respeitado isso os caras colocam o nome do studio e não o seu ou seja no meu caso ( Izaias Trancoso/ StUDIO ETC )…enfim acho que é isso aí…no mais a todos bons clikes e uma boa semana ….meu orkut é também aberto a todos e quem assim quiser visitar esteja assim a vontade…..um abraço.
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Convivemos sempre com td isso….e ainda temos que conviver com alguns dos nossos colegas que não ajudam e ainda esses “pegam ” mais de um evento por dia..não sei como conseguem…. mas este agora não é o caso …acho que este texto deveria ser publicado em revistas de noivas, quem sabe assim elas iriam entender um pouco mais e nos valorizar…
Concordo com cada palavra Robson , vc foi perfeito !!! Parabéns
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Concordo plenamente com o artigo… mas também vejo que nosso ramo é um comércio como os outros… que existe clientela de todos os níveis. Assim como existem pessoas que querem comprar um automóvel, algumas tem dinheiro para comprar uma ferrari de 1 milhão e meio… outras pessoas só tem dinheiro para comprar um carrinho popular de 25 mil… ou nem isso, comprar um popular usado por 15 mil.
Nosso ramo tem as mesmas variações. Diriga seu marketing para a classe de cliente que você quer atingir.
Mesmo assim, noivos que pagam 10 mil reais para um fotógrafo, normalmente não tem esse conhecimento… o fazem por que esse fotografo é grife… tem nome, fotografa estrelas, alta sociedade e gente famosa… por isso acho mesmo importante essa iniciativa do CQN. Mas começar por onde?
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Olá meus amigos, comecei no sábado a praticar o CQN aqui no meu estúdio, dei uma “aulinha” de fotografia para a noiva, que durou uns 10 minutinhos e acreditem:
Se ela não contratar a Pix Foto Studio, certamente ela contratará qualquer um de vocês!
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Muito bem colocado, tá difícil mesmo, é triste ver as pessoas desvalorizando nosso trabalho por ignorância e por haver uma multidão de incompetentes golpistas no mercado.
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Eu venho da área do design e tenho por paixão a fotografia. Infelizmente não são apenas fotógrafos que sofrem com a falta de conhecimento dos clientes. Donos de empresas que querem os filhos / sobrinhos / esposas em campanhas publicitárias é o que mais se vê por aí. Sem falar que todo o estudo ao longo dos anos do designer não serve para nada. Clientes alteram paletas de cores, diagramação e layout de peças de comunicação e quando não conseguem o resultado esperado, culpam o próprio profissional.
Nesse caso, a “capacitação de noivos” é uma utopia. Bom senso não é algo que se adquire da noite para o dia. Acho válido o desabafo, mas o que o fotógrafo pode e deve fazer é selecionar os clientes a quem atenderá. Afinal, quem não entende o valor do seu trabalho não merece o seu investimento. Para terminar, eis uma frase que eu ouví certa vez e que se tornou algo que tento colocar em prática diariamente. “Cobre o valor integral ou não cobre absolutamente nada. Mas nunca, nunca cobre barato”.
Abraços!
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